Processos

Arco Submerso

O processo de solda a arco submerso tem como fonte de energia o arco elétrico. Trata-se de processo simples, com tecnologia plenamente dominada no chão de fábrica.

Com uma produtividade extraordinária na deposição de volume de material, possibilitada pelo uso simultâneo de diversos cabeçotes de deposição, é um processo de larga aplicação tanto na recuperação de superfícies gastas, como no revestimento de aço carbono com ligas mais nobres.

Trata-se de um típico processo de solda automática, na qual o material de adição resfria rapidamente sobre a superfície da peça.

A harmonização do gradiente térmico peça-camada- atmosfera é a parte que requer o maior cuidado.

Como em todo o processo de solda existe uma mistura do metal-base com o metal de adição. O conhecimento perfeito do metal-base, do metal de adição e as reações possíveis entre os dois é fundamental para o êxito do revestimento. Isto implica muitas vezes em análises metalúrgicas demoradas e complicadas.

O ciclo térmico durante o processo de revestimento deve ser muito bem monitorado, para não haver tensões residuais após o resfriamento

Muitas vezes uma parte considerável do metal de adição é adicionado ao fluxo de solda, então chamado de fluxo ativo. Estes fluxos, que são materiais granulados, se fundem em volta ao arco elétrico ( daí o arco “submerso”) devem ter características perfeitamente uniformes e reproduzíveis para garantir a qualidade dos revestimentos feitos.

Para obter um revestimento perfeitamente predizível devemos, além do acima mencionado, ainda ter maquinário automatizado para o avanço e a rotação da peça durante o revestimento.


Veja algumas fotos do processo, clique para ampliar.

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