Processos

Aspersão Térmica Hipersônica

Produz altíssimas pressões e velocidades até três vezes maiores que a velocidade do som para criar camadas de carbetos metálicos extremamente duras.

 

Saiba mais

  • O processo de aspersão térmica hipersônica é um desenvolvimento natural do processo a chama de gás.
  • Oxigênio ou mesmo ar comprimido servem para oxidar propileno ou um combustível líquido como querosene.
  • O conteúdo calórico diferente do gás e do querosene facilita a escolha correta do equipamento para serviços grandes ou menores.
  • O processo de queima e a introdução do material de revestimento são feitos no interior do equipamento. Este fato torna possível o uso de pressões mais altas internas com a conseqüente maior velocidade de saída de gases, que chega a três vezes a velocidade do som.
  • Os carbetos e os boretos são compostos extremamente duros, que tem largo uso em quase todos os processos industriais. O grande problema no revestimento com estes materiais é a sua decomposição fácil antes mesmo de chegar perto do ponto de fusão.
  • O revestimento por aspersão térmica hipersônica com estes materiais tem a vantagem de introduzir energia térmica no composto aquém do ponto de decomposição espontânea, e complementar a energia necessária à formação da camada pela energia cinética disponível no impacto de alta velocidade da partícula de material.
  • Este processo é o único que produz camadas reproduzíveis à base de carbetos e boretos.
  • Tratando-se de camadas extremamente duras, formadas por compostos metálicos e agregados por metais de liga como níquel, cobalto e ligas níquel-cromo, tudo isto ainda a velocidades altíssimas, torna-se clara a necessidade de zelar por parâmetros de deposição corretos e com faixas de tolerância estreitas.


Faça o download da tabela dos principais materiais aplicados pelo processo de HVOF:

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